Cooperativa Selita aposta em novo complexo industrial no ES
Com mais de 80 anos de atuação no Espírito Santo, a cooperativa Selita manteve a liderança na categoria "Leite e Derivados" da pesquisa Marcas Ícones 2026 e inaugurou um novo parque industrial em Cachoeiro de Itapemirim.
Com mais de 80 anos de história no Espírito Santo, a cooperativa Selita alcançou novamente o topo da categoria "Leite e Derivados" na pesquisa Marcas Ícones 2026. O levantamento destaca o índice de lembrança espontânea (top of mind) dos consumidores locais, identificando as marcas que surgem prioritariamente na mente do público sem o auxílio de listas ou estímulos visuais.
Para sustentar essa posição de mercado e acompanhar as transformações no perfil dos consumidores, a cooperativa direcionou seus esforços recentes para a modernização de sua estrutura. A principal iniciativa foi a inauguração de um novo complexo industrial no município de Cachoeiro de Itapemirim, projetado com tecnologia avançada para ampliar a capacidade produtiva, otimizar a eficiência operacional e abrir caminho para a expansão do portfólio de produtos.
De acordo com o presidente da Selita, Leonardo Monteiro, o reconhecimento contínuo na pesquisa é reflexo de um trabalho diário de fortalecimento de marca. "Ao longo dos anos, a Selita se consolidou como uma marca que entrega qualidade, segurança alimentar e tradição. Quando o consumidor pensa na marca, acreditamos que ele associa nossos produtos à confiança, sabor, procedência e à certeza de estar levando para casa um alimento de qualidade", afirma o executivo, ressaltando que a empresa monitora constantemente as demandas do mercado para evoluir junto com o público.
Responsabilidade mercadológica e modernização industrial
Manter-se na liderança isolada por anos consecutivos traz também desafios de reputação e operação. Monteiro pontua que o resultado indica uma relação de fidelidade construída com sucessivas gerações de consumidores capixabas. A estratégia para manter esse vínculo ativo envolve investimentos robustos em infraestrutura.
A nova unidade industrial em Cachoeiro de Itapemirim surge como o principal marco dessa transição, permitindo à empresa elevar seus padrões de entrega. O presidente explica que a estrutura moderna e o maquinário de ponta criaram as condições necessárias para aprimorar os processos internos e viabilizar o desenvolvimento de novas linhas de produtos, preparando a Selita para demandas futuras de volume e eficiência.
O investimento responde diretamente a um novo perfil de consumo identificado no Espírito Santo. O mercado atual demonstra maior exigência e busca por informações sobre a origem dos produtos. Tendências como praticidade, transparência na cadeia de suprimentos, inovação e alinhamento com diferentes estilos de vida têm orientado o planejamento estratégico e as decisões de pesquisa e desenvolvimento da cooperativa.

Projeções para o biênio 2026/2027 e visão de futuro
Para o período entre 2026 e 2027, o foco da gestão estará centrado na consolidação dos investimentos realizados no novo parque industrial e no fortalecimento da capacidade de inovação da marca. O planejamento prevê a expansão do mix de mercadorias e aportes contínuos em tecnologia para tornar os processos ainda mais eficientes, trazendo novidades em praticidade e sabor para as famílias capixabas.
Olhando para o futuro em um horizonte de 15 anos, a liderança da Selita projeta um equilíbrio entre a necessidade de modernização e a preservação de seus valores fundamentais. Para continuar relevante em um setor de alimentos em constante transformação, a cooperativa planeja manter ciclos ativos de evolução em tecnologia e sustentabilidade.
No entanto, o presidente assegura que os pilares institucionais da empresa não sofrerão alterações. "Existe algo que não pode mudar sob hipótese alguma: o compromisso com a qualidade, a confiança dos consumidores e os valores cooperativistas que fazem parte da essência da Selita há mais de oito décadas. É essa combinação entre tradição e inovação que nos permitirá continuar presentes na vida dos capixabas", conclui Monteiro.
As informações são da Folha Vitória, adaptadas pela equipe MilkPoint.













Comentários (0)
Comentários do Facebook