Mercado brasileiro de feijão apresenta comportamentos distintos em julho
Confira a análise do Indicador de preços Cepea/CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.

Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA
O mercado brasileiro de feijão apresentou comportamentos distintos entre as variedades ao longo de julho. A ampliação da oferta do carioca manteve pressão sobre as cotações, enquanto os preços do preto permaneceram mais estáveis, de acordo com o Indicador de preços Cepea/CNA.
Confira abaixo a análise completa para cada tipo de grão:
Feijão Carioca – Peneira 12 e Nota 9 ou Superior: O mercado do feijão carioca de melhor qualidade permaneceu pressionado em julho em razão do avanço da colheita da terceira safra, especialmente nas áreas irrigadas do Cerrado, que ampliou a oferta disponível.
A entrada contínua de novos lotes reduziu o poder de negociação dos vendedores, enquanto os compradores mantiveram postura cautelosa, limitando as aquisições às necessidades de reposição e aguardando maior disponibilidade de produto.
Os preços médios desse tipo de feijão recuaram 11,68% em julho em relação ao mês anterior. Ainda assim, permaneceram 61,4% acima dos registrados no mesmo período de 2025. No curto prazo, a tendência é de continuidade da pressão sobre os preços, condicionada ao avanço da colheita da terceira safra e ao comportamento da demanda, que segue concentrada em compras pontuais de reposição.
Feijão Carioca – Notas 8 e 8,5: Os lotes de qualidade intermediária acompanharam o movimento de baixa observado nos grãos superiores. A maior oferta e a postura cautelosa dos compradores limitaram o ritmo das negociações, enquanto as indústrias intensificaram a seletividade na aquisição dos lotes.
Os preços médios dos grãos de notas 8 e 8,5 registraram retração de 9,74% frente a junho, permanecendo 72,1% acima dos observados em julho de 2025. Belo Horizonte (MG) foi a única praça a registrar valorização na última semana do mês, impulsionada pela demanda por lotes de coloração 8,5.
Feijão-Preto – Tipo 1: O mercado de feijão-preto apresentou maior estabilidade em relação ao carioca. A demanda permaneceu moderada, porém a expectativa de menor oferta nacional limitou movimentos mais intensos de baixa. Em julho, o preço médio do tipo 1 recuou apenas 0,64% em relação a junho, mantendo valorização de 63,2% frente a julho de 2025.
A perspectiva de oferta mais restrita é reforçada pelos dados do Deral/Seab, que estimam a produção paranaense de feijão em aproximadamente 518 mil toneladas na safra 2025/26, volume 41,4% inferior ao da temporada anterior. No mercado externo, a colheita argentina segue avançando, embora o excesso de umidade ainda retarde a secagem dos grãos e o ritmo dos trabalhos.
Assessoria de Comunicação CNA












